
Se fazer nada as vezes é preciso
É tão preciso e adaptável...
Eu sou uma bailarina
Eu bailo com o vento
Eu canto minhas poesias para as estrelas
Eu colho encantos, e me despeço de prantos
Eu me desfaço e me refaço ao luar
Tenho minhas asas calejadas, e costuradas
Mas ainda voam com perfeição quando me permito olhar para o alto...
E acreditar que tudo poderá ser melhor do que já é.
O que chamo de FÉ, hoje repousa em um horizonte de fim de tarde, na oração que faço de bruços, na espada que uso para lutar minhas próprias guerras, nas lições que me disponho a me apaixonar para aprender, no AMOR que confiei a minha vida, e sei que assim será...será...!
0 comentários:
Postar um comentário