Todas as coisas do tempo estão aqui,
Dissipadas na neblina, não se espera que
se reaja sempre á ação, mas que com força
esteja convicto ao que se vê, ao que se sente.
Nos tormamos tolos ao ser tolerantes à ignorância e ao julgamento
Viro a face para o que não está entre a fina névoa do renovar
Tudo que permito se transmutar
e o que sinto se desvanecer
é o ponto dos meus silenciosos crepusculos.
Que linhas há neste silêncio?
Vejo apenas nuvens, ultrapasso os meus sentires,
Á Mãe dos meus horizontes, os tons mais intensos e os mares mais inexplicáveis desta existência. Aprendo a incógnita do que se desprende na ousadia de encarar a própria sombra e nela achar a luz para dispersar no mundo.







