"Pois eu sou sabedoria e ignorância.
Eu sou timidez e coragem.
Eu sou imprudente; eu sou envergonhada.
Eu sou força e eu sou medo.
Eu sou guerra e paz.
Atente para mim.
Eu sou aquela que é desonrada e a grandiosa.
Dê atenção à minha pobreza e à minha riqueza.
Não seja arrogante comigo quando eu estiver jogada na terra,
e você me encontrará naqueles que estão por vir.
E não me olhe no monte de esterco
nem vá e me deixe jogada,
e você me encontrará nos reinos.
E não me olhe quando eu estiver jogada entre aqueles que
estão desfavorecidos e nos lugares insignificantes,
nem ria de mim.
Mas eu, eu sou compadecida e eu sou cruel.
Esteja em guarda!
Não odeie a minha obediência
e não ame meu autocontrole.
Na minha fraqueza, não me desampare,
e não tenha medo do meu poder.
Pois por que você menospreza o meu medo
e amaldiçoa a minha dignidade?
Mas eu sou aquela que existe em todos os medos
e força em vacilação.
Eu sou aquela que é fraca,
e eu estou bem em um lugar agradável.
Eu sou insensata e eu sou sábia."
1 comentários:
Como a vibração das cordas, que tendem aos opostos a (sua) expressão sincera mostra a beleza de um coração livre...!
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