
De tantos casos me surgem acasos
linhas que o mundo me oferece gentilmente para que "nós" sejam desatados para que o meu caminho continue leve.
Uma vez aprendida a lição não se repete os erros tão inúteis que o desejo doentio e insistente almeja ter satisfeito .
Respeitar a natureza, o espaço, o livre-arbítrio de cada um, é uma das coisas mais difíceis que eu já entendi e ainda continuo a entender porque ainda temos o desejo mesquinho de que as pessoas mudem, que as coisas voltem atrás, que o homem mude a sua palavra, que a nossa vontade se torne a mesma que a deles, por não trabalharmos nossas inseguranças e medos do que achamos estar sós, e se não for, insatisfeitos tentamos mudar, convencer, persuadir, convidá-los a entrar em nosso mundo de verdades é assim que tantas lutas e confrontos começaram e começam, pela idéia de que a certeza a qual acreditamos seja a mais plena para salvar o mundo, por nos salvar.
Eu enxergo a alma humana como um quebra-cabeça, onde cada parte que se completa, é uma lição aprendida, tentamos todas as peças que parecem ter os encaixes parecidos ao que precisamos, até ter a peça certa, e levarmos para ter novos encaixes, a diferença é que não há limites, não há lados retos para acharmos que estamos prontos, completos... sempre haverá peças e sempre haverão lições a serem aprendidas.
Procuramos na fragilidade algo para ser compreendido, porque o sensível sempre é mais verdadeiro, enquanto há outros que escondem cartas, poesias, sentimentos, e toda sensibilidade, com vergonha de suas " verdades", tudo o que desejam é que suas peças sejam entendidas, respeitadas... e encontrar os olhos, os ouvidos, as almas certas para receber isto é uma busca tão intensa e difícil, que todas as defesas se criam para que estas coisas nunca sejam entregues as pessoas erradas, o grande problema é que no limiar de um tempo, isto se adere tão profundamente a alma que voltar atrás é quase como se estar " nu ", não se sabe mais tirar e colocar estas defesas sem que elas não possam ferir a si mesmo e aos outros, a invasão é quase sempre enxergada sobre aqueles que tentam saber um pouquinho sobre nós... e assim muitas jóias raras se escondem... e assim as outras peças de nossa alma são difíceis de serem reconhecidas.
- Larissa Fernandes-
linhas que o mundo me oferece gentilmente para que "nós" sejam desatados para que o meu caminho continue leve.
Uma vez aprendida a lição não se repete os erros tão inúteis que o desejo doentio e insistente almeja ter satisfeito .
Respeitar a natureza, o espaço, o livre-arbítrio de cada um, é uma das coisas mais difíceis que eu já entendi e ainda continuo a entender porque ainda temos o desejo mesquinho de que as pessoas mudem, que as coisas voltem atrás, que o homem mude a sua palavra, que a nossa vontade se torne a mesma que a deles, por não trabalharmos nossas inseguranças e medos do que achamos estar sós, e se não for, insatisfeitos tentamos mudar, convencer, persuadir, convidá-los a entrar em nosso mundo de verdades é assim que tantas lutas e confrontos começaram e começam, pela idéia de que a certeza a qual acreditamos seja a mais plena para salvar o mundo, por nos salvar.
Eu enxergo a alma humana como um quebra-cabeça, onde cada parte que se completa, é uma lição aprendida, tentamos todas as peças que parecem ter os encaixes parecidos ao que precisamos, até ter a peça certa, e levarmos para ter novos encaixes, a diferença é que não há limites, não há lados retos para acharmos que estamos prontos, completos... sempre haverá peças e sempre haverão lições a serem aprendidas.
Procuramos na fragilidade algo para ser compreendido, porque o sensível sempre é mais verdadeiro, enquanto há outros que escondem cartas, poesias, sentimentos, e toda sensibilidade, com vergonha de suas " verdades", tudo o que desejam é que suas peças sejam entendidas, respeitadas... e encontrar os olhos, os ouvidos, as almas certas para receber isto é uma busca tão intensa e difícil, que todas as defesas se criam para que estas coisas nunca sejam entregues as pessoas erradas, o grande problema é que no limiar de um tempo, isto se adere tão profundamente a alma que voltar atrás é quase como se estar " nu ", não se sabe mais tirar e colocar estas defesas sem que elas não possam ferir a si mesmo e aos outros, a invasão é quase sempre enxergada sobre aqueles que tentam saber um pouquinho sobre nós... e assim muitas jóias raras se escondem... e assim as outras peças de nossa alma são difíceis de serem reconhecidas.
- Larissa Fernandes-
1 comentários:
Realmente Lara, esses quebra-cabeças são infinitos, e que fazem parte do nosso destino.... mas tem que se saber que um quebra-cabeça bem encaixado é pq talvez uma palavra ou atitude foram bem absorvidos e que só se perde uma peça quando ela não resiste as tempestades que o caminho nos impõe. Mas o universo sempre conspira para as colocarmos no lugar correto, depende de nós fazer a força necessária para que ela se encaixe.
Postar um comentário