
Eu só preciso de um papel e um lápis em uma ilha, ou em qualquer lugar. Sinto falta de ler histórias fascinantes, histórias que façam você entrar em outros universos, tão ricos e sólidos tão mais do que os mundos que acreditamos que sejam nossos sem ser. O nosso tédio é natural? Ou um desconforto pelo que não nos é natural, pelo que não é nosso. As vezes um mal necessário para se encontrar outros rumos, outras maneiras de se fazer as coisas. Eu alcanço a minha graça e poder no silêncio, mas quando algo grita estas são minhas palavras, é o meu grito mais preciso, eu sou difícil de ler porque estou sempre em mutação e os que me conhecem esperam sempre uma palavra mágica. Mas entre mistérios e ser prevísivel... Espero sempre ser o meu eterno mistério, doce de se descobrir. E nunca terei que repetir-me sobre fatos similares, sobre pessoas que esperarem muito de mim. Eu poderei abraçá-la, dizer onde vejo um problema ou algo belo, ou simplesmente sorrir e deixar que ela se conserte e se sinta feliz de ter conseguido o mérito de consertar-se... Mudar... Porque o mundo nunca é o mesmo, e nós somos mundos transitórios. (Larissa Fernandes)
1 comentários:
Ta ai um bom jeito de manter o flog e o blog atualizado gostei mais do texto integral, porque gosto sempre daquilo que é dito da maior maneira possível, não vou repetir meu comentário novamente porque não faz parte de mim repetir, olha lah no flog ;*
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