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segunda-feira, 13 de abril de 2009

A tomada de autoconsciência


" Quem não consegue voar e chegar aos céus, faça um céu aqui mesmo, onde tudo começa... em si, e projete ao seu redor" ( Larissa Fernandes )


* Tornam-se conscientes de que, procurando desesperadamente serem amados, na realidade perdem a experiência de se sentirem amados;
* Percebem como trocam as ansiedades advindas da tomada de decisões autônomas pela segurança da dependência.
* Reconhecem como tentam negar as próprias incoerências e como não querem aceitar, em si mesmos, o que consideram inaceitável.
* Começam a entender que sua identidade está ligada á definição que lhe é dada por outra pessoa, isto é, buscam nos outros, aprovação e confirmação de seu modo de ser, em vez de se olharem para confirmá-lo.
*Aprenderem que, de muitas maneiras, mantêm-se prisioneiros de certas experiências e decisões passadas.
* Descobrem uma infinidade de aspectos dentro de si mesmos e começam a perceber que, quando reprimem um lado de seu ser, reprimem também o outro lado. Por exemplo, reprimindo a tragédia, excluem-se a si mesmos da alegria; se negam seu ódio, negam sua capacidade de amar; derrubando seus demônios, também derrubam seus anjos.
*Têm a oportunidade de aprender que não estão condenados a um futuro semelhante ao passado, e que podem reformular o futuro, compreendendo seu passado.
* Podem concretizar que, estando tão preocupados com a morte e com a possibilidade de morrer, não conseguem apreciar a vida.
* São capazes de aceitar suas limitações e ainda sim se sentir-se merecedores de atenção, pois compreendem que não precisam ser perfeitos para se sentirem valorizados
* Podem chegar a compreender que não conseguem viver no presente, seja por sua preocupação com o passado, seja por planejarem o futuro, ou por tentarem fazer muitas coisas ao mesmo tempo.

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