
Não há como não ser, não há como deixar de ser, o ser está sempre presente, vivo, pulsativo, até mesmo quando etéreo, ele é... Não se finge ser, apenas há personificação( novas adaptações de personalidade), novas máscaras, novos teatros, se é enquanto se respira calmamente, sem desejos, ou medos, sem anseios, apenas uma liberdade incabível de definições. Enquanto se É, há a paz, enquanto se busca ser, há a busca de uma força não encontrada ou melhor dizendo, não reconhecida na essência individual. Ser é sempre verdadeiro, espontâneo, indefinível. Tudo que couber ou se satisfazer apenas com uma definição, com um rótulo não reconhece a grandeza de sua alma, nem de sua capacidade, apenas expressa algo que o torna convenientemente aceitável aos olhos do outro. Tudo o que é tentado é profano, e porque não dizer, tudo o que se faz provar também, porque deixa de ser nobre, uma alma nobre é aquela que não usa os seus atos por reconhecimento ou recompensas, é um tanto altruísta, mas mantém o eqüilibrio necessário a alma para não se doar demais nem de menos, apenas o necessário. A entrega inteira esvazia, porém se há amor, se multiplica, se não há amor, a entrega é apenas por vaidade, para que haja lisongeamento. Aquele que ama, ama porque consegue Ser, se não consegue é apenas uma breve inclinação da qual ele buscará sempre personificar o que não se é, e tal conflito o fará deixar de ser verdadeiro e amar a si próprio, não permitindo aos outros amá-lo ( Larissa Fernandes )
1 comentários:
Que garota poetisaaaa..td muito profundo e lindoooo, ameiiii, as palavras utilizadas são perfeitas..lindo,lindo o seu blog..
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