Da janela da minha casa...
Quando escrevemos, é porque algo transborda em nós... não se contenha... não vou me conter...se conter diante de toda diversidade, não é equilibrio... equilibrio é estar em sintonia, em autenticidade com nossas próprias emoções, com a natureza em nós primeiramente, para depois poder ir junto ao mundo e viver a vida... Aqueles que se perderam no caminho,... os que se entregaram a força da melancolia e revolta constante, olharam tanto os tormentos de uma sociedade imoral, estavam tão atentos em criticar o desajustado, o que estava fora de linha, que perderam o elo com o que de fato os alimentava fora a revolta... Onde está a paz em não precisar sujar nada, em maldar nada... ? Me cansava lidar com estas pessoas, e sentir o que elas queriam... como queriam que você se sentisse, era tão conveniente, tão agradável, tão fácil... você era uma instrospectiva, sem um mundo acessível para encontrar, você era descartável porque não te conheciam, afinal não se mostrava, era tão intocável... quem era ela? "sei lá... não vai me fazer falta, não pude rotular e encaixá-la em meus rótulos de amigos para rir de outras pessoas", "sem graça... sem maldade, tão ingênua e boba"... alguém a disse, "você precisa ser mais agressiva, você precisa ser mais malvada", o que ele queria dizer? depois de muito apanhar da vida ela descobre... ele queria dizer "você precisa ver o mundo como um duelo o tempo todo, não confie em ninguém, ataque como um bicho ao se sentir ameaçada... não precisa compreender... o inferno são os outros..." , e onde foi parar a vida? E os novos mundos além dos dela a se descobrir, a se contemplar, a se amar?
ela compreendeu e negou tal escolha, e escolheu... escolheu confiar onde as águas a levarem, a vida já dá tapas mesmo sem der a cara para isto, mesmo quando não confiamos, uma a mais, uma a menos não faz diferença, no fim tudo fica bem... tudo é paz, ir e vir nunca foi tão fácil, remar contra a maré, ou avançar junto a ela, onde há amor e paz ela vai... eu vou... ou as marés a levam... a levam junto de outros rios, de outros mares que são da mesma fonte. ( Larissa Fernandes )
ela compreendeu e negou tal escolha, e escolheu... escolheu confiar onde as águas a levarem, a vida já dá tapas mesmo sem der a cara para isto, mesmo quando não confiamos, uma a mais, uma a menos não faz diferença, no fim tudo fica bem... tudo é paz, ir e vir nunca foi tão fácil, remar contra a maré, ou avançar junto a ela, onde há amor e paz ela vai... eu vou... ou as marés a levam... a levam junto de outros rios, de outros mares que são da mesma fonte. ( Larissa Fernandes )


3 Comentários:
Larissa você escreve muito bem, de coração mesmo.... Adorei seu blog.
Esta postagem foi removida pelo autor.
O que se pode ver quando as luzes estão apagadas?
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